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UM NOBRE E UM CENTURIÃO CRÊEM EM JESUS

Jo. 4:50

I – Jesus outra vez em Caná.
1. O milagre anterior em Caná. – Jo. 4:46.
2. Um nobre e seu filho. – V. 46.
a) Jesus trabalhou em favor de todas as classes sociais.
b) A porta da fé estava aberta para todo aquele que escolhesse entrar.
3. O pedido do nobre. – V. 47.
a) A dor bate à porta de qualquer pessoa. Não respeita categorias sociais.

II – A necessidade de fé.
1. Jesus prova a sinceridade do nobre. – V. 50.
a) O nobre representava, nesse exemplo, o grande número de pessoas que fazem a fé depender do cumprimento de algum sinal. Tal atitude não é fé real.
b) Precisamos crer antes de ver sinais e maravilhas.
2. A luta travada no coração do nobre. – V. 49.
a) O nobre possuía certo grau de fé.
b) Jesus tinha um dom maior para conceder. Desejava, não somente curar a criança, mas tornar o oficial e sua casa participantes das bênçãos da Salvação e acender uma luz em Cafarnaum.
c) O oficial do rei representava muitos de sua própria nação. Interessavam-se em Jesus por motivos egoístas.

III – A recompensa da fé.
1. A certeza de Jesus. – Jo. 4:50.
a) “O teu filho vive”. – Palavras que comovem a qualquer pai.
b) A agonia e a incerteza deram lugar à paz e às ações de graças.
2. A fé do nobre. – V. 50.
a) Havia mudado de atitude, a condicionar a sua fé.
3. Pergunta feita pela curiosidade humana. – V. 52.
a) Não foi feita por falta de fé.
b) O resultado final. – V. 53.

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